Esse ano de 2007 tá sendo um porre, do começo ao fim. E quando a gente pensa que já acabou, ele nos lembra que não, que só vai largar o osso no dia 31 de dezembro, à meia-noite.
Mas ele vai acabar, ah vai!!!
Se eu achava que minha vida era tranquila, organizada, que meus problemas eram de fácil digestão e que não tenho fibra pra certas durezas que vejo outras pessoas enfrentarem, 2007 veio me mostrar que não é bem assim, que o problema mais sério do mundo é justamente aquele que nos está ocupando no momento e que a força pra resolver – ou suportar – o dito cujo, quando a gente não tem, a gente recebe de cima.
Esse ano também veio me provar que boas qualidades e retidão de caráter a gente planta no coração desde tenra idade e que, por mais que o mundo a nossa volta se esforce pra desarraigar o que a gente cultivou, por mais que a gente olhe pra aquele coração e ele pareça um deserto árido, quando a chuva forte vem ela nos mostra o contrário: a sementinha tá ali e vai germinar e nos sustentar quando a gente mais precisa dela.
Não quero fazer um texto de balanço do ano; mesmo porque o bicho não acabou, não posso me esquecer disso. Mas estou feliz de ver que, com chapa quente ou não, coisas importantíssimas, tais como sanidade mental, emocional, espiritualidade cultivada e união familiar, podem ser preservadas.
Então, ano de 2007, tô esperando você ir embora. E não vou ficar com saudade não, viu! Quanto a você, ano de 2008, venha manso! Porque eu te pego pelo pescoço se for diferente. Você nem imagina como sou boa nisso, hauahauahuahauahua…
