Então…

… que viajei pra Vila Velha/ES e fiquei dez dias lá. Isso eu já tinha dito, né? Pois é…

Mas quero contar que foi muito bom pro meu emocional viajar. Muito bom mesmo. E por vários motivos. Queria expor aqui alguns deles. Você teria paciência pra ler? Vou acreditar que sim, hehehehehe…

Primeiro de tudo, porque fui à praia. Tipo assim, fui à praia todos os dias menos um, sabe como? Praia linda, linda, muito sol, água limpinha. Uma delícia. Gente, como eu gosto disso!!! É impressionante como gosto disso!!! Voltei revigorada de verdade.

Depois, porque viajei com meu pai, com minha mãe e com o Caçula. E foi muito legal! A gente riu muito um com o outro no carro (doze horas na ida e oito na volta… dose pra leão!), dentro de casa, nos lugares onde fomos. O convívio foi quase o tempo todo pacífico. A presença do meu pai suaviza a chatice de minha mãe e vice-versa. E parece que fico mais pimpona quando estou com eles. Coisa besta, né? Eles se separaram quando eu tinha 13 anos de idade e, ainda assim, fico feliz  com essa impressão de “família unida”. Vai entender…

Também foi legal rever meu primo. Sabe aquele primo por quem você é apaixonada até os dez anos de idade? Pois é… é ele. Mas, tirando essa paixonite infantil – que não era correspondida, diga-se de passagem – a gente sempre foi muito amigo, sempre se deu muito bem. Ele também toca violão e, na adolescência, a gente se encontrava pra 
trocar partituras, cifras e afins. Aí que, no dia que cheguei, ele levou os violões lá pra casa da mãe dele (onde fiquei hospedada) e a gente tocava quase todo dia. Me senti adolescente de novo.

Nesses dez dias que fiquei fora, caminhei no calçadão da praia e não bebi nada alcoólico. Isso foi bom, porque estava engordando por conta de tanta “confraternização de fim de ano”, sinônimo de beber e comer muito todo dia. Acho que emagreci um pouquinho. Beleza!

A viagem também serviu pra me mostrar quais as ausências que, realmente, são quase que insuportáveis. 

Por exemplo, foi quase insuportável ficar tanto tempo longe do Primogênito. Em cada lugar que fui, a cada coisa legal que fiz, minha mente se reportava imediatamente a ele. Posso dizer com segurança que a viagem só não foi perfeita porque Primogênito não estava com a gente. E esse sentimento foi compartilhado de forma sincera por meus 
companheiros de viagem, o que também foi bem legal de perceber.

Três amigas aqui de minha cidade se mostraram essenciais pra mim. Fiquei com muita saudade delas, coisa terrível. Ficar longe foi bem difícil.

(…)

Bom… fiquei esses dias todos sem acesso a internet e senti muito a sua falta. Isso é impressionante. Fiquei tão feliz de receber mensagens pelo celular da Evinha e da Alline!!! A da Evinha eu respondi, mas a da Alline eu não consegui… 

Ah! Vi fogos na praia! O prédio da minha tia é na orla de Vila Velha, coisa chique, e à meia-noite, na hora da virada, a gente desceu pro calçadão e vimos os fogos. É tão lindo, não é? Eu acho. Tinha anos que não fazia isso. Pensando bem, acho que, na última vez que vi os fogos na praia, eu ainda era solteira!!! Deus me livre!!!

Então, estou de volta à vida normal. Trabalhei nessa sexta-feira, mas só começo no trampo com força total no dia 07 de janeiro. Tenho uns dias de flozô em casa. Quem sabe faço algo útil, tal como cortar o cabelo e fazer a “pôgressiva”?!? Oremos!!!

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Published in: on 3 janeiro - 2009 at 3:43 am  Comments (6)